no dia 14 de fevereiro de 2005, às 11h42, nascia uma linda menininha em Curitiba.
meus pais se conheceram no ensino médio (E.M.), no Colégio Santa Rosa, que era onde minha avó paterna Nilza já trabalhava como secretária. eles eram novos, minha mãe gostava bastante de sair, ouvir rock, beber e beijar na boca, e meu pai era um skatista metido à jogador de basquete que pixava muro e ouvia Charlie Brown Jr. os dois se apaixonaram, tiveram um lance, e o resultado disso foi a gravidez da minha mãe.
ela terminou o E.M. ainda grávida, e uma das vezes que fiquei no Santa Rosa com a minha vó (algo que não era nada raro, já que eu saía do ballet e ia direto pra lá ficar com ela até ela terminar o trabalho), pedi pra ver o registro dos dois. meu pai terminou os estudos normalmente, mas o registro da minha mãe mostrava que as últimas atividades e provas ela fez em casa, e só entregou no colégio.
eu sempre tento tirar mais algumas informações sobre essa fase da vida dos dois, mas minha mãe não gosta de falar sobre isso e meu pai aumenta demais as histórias pra parecer que ele era o bonzão o tempo todo.
meu nome:
escolheram esse nome porque significa "aquela que faz o bem" em hebraico, e o nome é bíblico. Hannah seria a avó de Jesus e mãe de Maria. na tradução pro português, o nome foi alterado pra "Ana/Anna" e por isso não é tão conhecido no Brasil. algumas das piadinhas que ouço muito com meu nome:
- "Hannah? Tipo da Hannah Montana?" Hahah iiisso... (odiei a série por muito tempo por conta disso)
- "Sabia que seu nome é um palindromo?" Odeio quem quer se pagar de espertinho. Claro que eu sei, né?
- "Hannah Banana faz xixi na cama" Esse eu me sentia importante quando era criança.
mas o que ganha e que me gerou alguns traumas foi o "Ranha Montanha". quem falou foi um menino da minha escola ali pelo 4° ano do Ensino Fundamental, e ele era mais velho que eu então consequentemente mais esperto. "Ranha" rimava com Hannah e eu vivia (e ainda vivo) com a rinite atacada. "Montanha" de Hannah Montana e eu sempre fui a mais alta da turma. deve ter mexido comigo o suficiente pra eu lembrar até hoje...